top of page
Buscar


O fim chegou e ninguém morreu
O Twitter morreu. Atenção, leitoras. A newsletter de hoje tem fontes, claro, mas é uma ode à minha percepção de longuíssima data como usuária assídua de redes sociais, principalmente a do passarinho. Podemos concordar em discordar e debater com respeito e argumentos nos comentários, ok? Não foi semana passada, com o bloqueio provocado por decisão do STF, mas quando a rede foi comprada pelo bilionário Elon Musk. Naquele momento ele matou o único espaço em que as pessoas fala

Tatiana Mareto
16 de abr.5 min de leitura


Não nos calarão (mas tentarão)
Existe mais de uma maneira de queimar um livro. E o mundo está cheio de pessoas carregando fósforos acesos. - Ray Bradbury - Farenheit 451 Hoje, escrever romance erótico se tornou um movimento revolucionário. O direito de mulheres escreverem erótica para mulheres está sendo perseguido como já era de esperar. “Conquistamos” direitos demais. Está na hora de colocarem um freio nisso. Passou dos limites. Como assim, mulheres ousam escrever, falar, consumir sexo? Calma, Tatiana,

Tatiana Mareto
16 de abr.5 min de leitura


Engoli(n)do pela vida
Eu queria ter vindo aqui hoje com algum texto bacana e cheio de sagacidade para vocês, mas a verdade é que estou trabalhando em excesso durante esse semestre e terei que transformar nossos encontros em quinzenais. Ao menos até a tempestade passar. Claro que eu não poderia deixar vocês sem nada, então decidi trazer alguns comentários de um parágrafo (ou linha) sobre o que movimentou minha semana. Ninguém tem culpa por agarrar uma oportunidade (se isso não significa violar dir

Tatiana Mareto
16 de abr.3 min de leitura


O elefante no meio da sala
Era uma quinta-feira quando me sentei no consultório médico. Eu meio que já sabia o diagnóstico: minha retina havia rompido outra vez. Isso já tinha acontecido há cinco anos no meu olho direito, agora via (ou não?) tudo acontecer de novo no olho esquerdo. O motivo? Meus olhos são assim, difíceis. Fiz cirurgia refrativa em 2002 para “remover” a miopia, fiz vitrectomia em 2019 para “consertar” a retina direita, fiz facectomia bilateral em 2024 para “tirar” a catarata e agora fi

Tatiana Mareto
16 de abr.4 min de leitura


Umbigos literários
Esses dias estava procurando no google uma historinha antiga do Horácio, aquele dinossaurinho da Turma da Mônica. O Tecodonte (amigo) o encontra caído e pergunta por quê. Horário diz que caminhava pensando em como era bom, gentil, humilde e amigo - e ninguém que é tudo isso se acha tudo isso. Por isso, a queda. Eu adoro essa historinha. E ela tem bastante a ver com a agitação recente das redes sociais sobre uma discussão (que nem nova é) sobre o ritmo de publicação das autor

Tatiana Mareto
16 de abr.4 min de leitura


Uma estrela, amei!
Eu queria muito falar das bienais. Queria mesmo, porque a Bienal do Livro de São Paulo está se aproximando e eu tenho coisas a falar. Só que ainda dá tempo, então vou aproveitar que a “treta” em alta no meu Threads é sobre autores nacionais que dão chilique por causa de avaliações negativas e filosofar um pouco sobre como livros não são microondas. Alerta de gatilho: aqui eu emitirei opiniões fortes e contundentes sobre minha visão das avaliações de livros e sobre autoras qu

Tatiana Mareto
16 de abr.6 min de leitura


Usain Bolt versus Eu, Robô
Estou em duas redes sociais muito similares em aparência e nada parecidas em conteúdo: Twitter (porque me recuso a chamar de x, Elão que lute) e Threads. A primeira é antiga, estou nela desde que tudo era mato e quando a gente falava sozinha e era feliz. A segunda… bem, ela é um delírio do Marquinhos que não sabe lidar com o fato de que não é o único gestor / criador de redes sociais. Curiosamente, apesar das semelhanças, o Threads parece estar anos luz atrás do Twitter em di

Tatiana Mareto
16 de abr.5 min de leitura


Eros, pornografia e violência
Talvez eu tenha me enganado. A newsletter anterior não foi a maior briga literária que eu compraria em qualquer rede. Essa é. Peguem um café porque lá vem história. Foi em 2015 que entrei no doutorado. Costumo dizer que existe a Tatiana aD (antes do doutorado) e dD (depois do doutorado), porque aquele ambiente acadêmico cheio de mentes diferentes, estudos teóricos e filosóficos, realidades e opressões, me permitiu reflexões que nunca antes considerei. E foi lá que uma mulher

Tatiana Mareto
16 de abr.7 min de leitura
bottom of page
